Duas edições aconteceram antes desta. Cada uma reuniu um grupo pequeno de atletas e quatro referências presentes do café da manhã ao último abraço, com a mesma proposta: a pessoa antes da atleta, a formação antes do desempenho. O que ficou não está só na quadra. Está na mesa compartilhada, no corredor, nas conversas. É isso que estas páginas guardam.
A primeira edição reuniu 26 atletas e 26 famílias que confiaram no projeto antes de existir um histórico. Três dias de imersão contínua, em grupo pequeno, com as referências presentes o tempo todo: na quadra, na mesa, no corredor. Não houve aparição rápida nem palco. Houve convívio.
Foi ali que ficou claro o que o Camp faz: olhar a menina antes da atleta, e levar a sério quem ela é.
A segunda edição aprofundou o que já funcionava. A rotina ficou mais precisa, a estrutura mais cuidada, e a mesma proposta se manteve: formação acima de desempenho. Novas atletas, novas cidades, e uma comunidade começando a se reconhecer: famílias que indicam famílias, meninas que voltam.
O que se repete de uma edição para a outra não é o evento. É a forma de estar junto.
Atletas e famílias contam depois o que viveram. Não falam de troféu. Falam de ter sido vista, de ter se sentido parte de algo maior que o próprio desempenho. É o retorno que mais importa pra gente, e o que nenhuma foto explica sozinha.
A próxima edição continua essa mesma história.
Conhecer as vagas →