Elas competiram pelo Brasil e sabem, por dentro, o que forma uma atleta e o que forma uma pessoa. O que sustenta o Camp não é o nome delas num cartaz. É o que uma geração de campeãs tem a entregar para a próxima.
Conduzir o Camp não é dar uma clínica de fundamentos. É orientar, ouvir e desafiar, e abrir o espaço para a atleta encontrar o próprio caminho, no ritmo dela.
Fabiana e Sheilla trazem o que aprenderam competindo no mais alto nível. Ao lado delas, Vanessa Alcici faz a ponte entre o que a atleta vive na quadra e o que ela entende sobre si mesma.
Três presenças que se completam: as que jogaram, e a que ajuda a nomear o que fica.

A autoridade do Camp não se compra e não se contrata. Vem da linhagem feminina do vôlei brasileiro: de quem esteve no lugar que essas meninas sonham ocupar, e volta para caminhar ao lado delas.

17 anos defendendo a Seleção Brasileira e capitã do time feminino mais vitorioso da história do vôlei mundial. Fabiana traz para o Camp a experiência de quem jogou no mais alto nível e a visão de quem liderou sob pressão ao longo de duas décadas.

Dois ouros olímpicos e uma carreira construída com talento e reinvenção constante. No Camp, é a presença que equilibra exigência e acolhimento, e que sabe, pela própria história, o que é preciso para desenvolver uma atleta.

Especialista em desenvolvimento humano em contextos de alta exigência. É Vanessa quem conduz as rodas de conversa e ajuda cada atleta a sair dos três dias com algo além da memória: clareza sobre si mesma.

Três dias de imersão contínua exigem mais do que treino. Exigem hospedagem, alimentação, rotina e protocolos de saúde pensados com cuidado. Uma equipe multidisciplinar cuida disso o tempo todo.
A estrutura não aparece, e esse é o ponto. Ela existe para que a atleta não precise se preocupar com nada além de estar presente.
As vagas são poucas, por escolha. Antes de qualquer decisão, a gente conversa para entender o momento da sua filha e ver se o Camp é o encontro certo agora.
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