Três dias para treinar, conviver e descobrir o que existe por trás de uma grande atleta. Ao lado de Fabiana Claudino e Sheilla Castro, bicampeãs olímpicas, sua filha vive uma experiência que começa na quadra e vai muito além dela.
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Entre os 12 e os 16 anos, muita coisa começa a tomar forma. A maneira como uma jovem atleta enxerga o esporte. As pessoas que ela escolhe admirar. A forma como reage aos erros. O quanto acredita no próprio potencial.
Por isso, acreditamos que algumas referências chegam na hora certa.
No Camp, elas não ficam apenas no palco ou na quadra. Estão presentes nos treinos, nas refeições, nas conversas e nos pequenos momentos que fazem parte da experiência.
É assim que o aprendizado acontece: de perto, pelo exemplo e pela convivência.










Na primeira edição, 26 famílias e 26 atletas viveram mais de 30 horas de treinamento e convivência com duas bicampeãs olímpicas. Desde então, seguimos construindo essa experiência com o mesmo propósito: aproximar jovens atletas do alto rendimento e mostrar que grandes resultados também são feitos de pessoas, escolhas, disciplina, erros, recomeços e relações.
Fabi e Sheilla não estão aqui apenas para participar. Elas fazem parte da criação do Camp e estão presentes de verdade: na quadra, na conversa, no almoço, no corredor. A experiência acontece dentro do Centro de Treinamento do Zé Roberto Guimarães, um lugar que carrega a história de quem se prepara para competir no mais alto nível.
Cada momento do Camp tem um propósito. A programação combina treinamento técnico, jogos, conversas e experiências pensadas para desenvolver a atleta por inteiro. Uma rotina intensa, mas também leve, próxima e cheia de troca. Porque alto rendimento não precisa ser sinônimo de pressão o tempo inteiro.
Não é clínica técnica. Não é evento motivacional. É um formato de imersão onde o convívio real com atletas olímpicas é o método.
A quadra é o nosso principal ambiente de aprendizado. Os treinos são conduzidos por quem conhece a exigência do alto nível e sabe reconhecer detalhes que fazem diferença na formação de uma atleta. Mas o olhar não fica apenas no fundamento: aqui, a atleta também importa como pessoa.
Estar dentro de um centro de treinamento que faz parte da história do vôlei brasileiro muda a experiência. É diferente estar perto daquilo que, até então, ela conhecia apenas pela televisão.
O Camp mantém o grupo reduzido de propósito. Porque atenção individual faz diferença. Porque cada atleta precisa ser vista. E porque algumas das melhores conversas acontecem justamente quando existe espaço para isso.
Às vezes, uma transformação começa no meio de um treino. Às vezes, em uma conversa no corredor. Às vezes, durante uma refeição.

Capitã de uma das gerações mais vitoriosas do vôlei brasileiro, Fabiana construiu sua carreira convivendo com a pressão, a responsabilidade e a exigência do alto rendimento. São 17 anos de Seleção Brasileira e uma experiência que vai muito além das conquistas. No Camp, ela compartilha aquilo que viveu e aquilo que aprendeu ao longo desse caminho.

Uma das maiores atacantes da história do vôlei brasileiro. Sheilla reúne experiência, excelência técnica e uma trajetória marcada pela capacidade de se reinventar. No Camp, traz para perto das atletas tudo aquilo que aprendeu dentro e fora da quadra. Com exigência, mas também com leveza.

Com mais de 17 anos de atuação em ambientes de alta exigência, Vanessa conduz a jornada de desenvolvimento humano do Camp. Seu trabalho ajuda as atletas a transformar aquilo que vivem na quadra em mais clareza sobre quem são, como se sentem e onde querem chegar.
A experiência termina. O aprendizado, não. A expectativa não é que uma atleta saia do Camp com todas as respostas. É que ela volte para casa com novas perguntas, novas referências e mais clareza sobre o caminho que quer construir.
Errar faz parte. Ela volta entendendo que um tropeço não define o caminho, e que recomeçar é parte de qualquer trajetória séria.
Nada acontece de uma hora para outra. Grandes resultados são construídos com treino, paciência, coragem e muitos recomeços.
Não celebridades distantes. Mulheres que ela conviveu de perto, que contaram as próprias histórias e a olharam nos olhos.
Algo que segue fazendo sentido muito depois de o Camp terminar, nos momentos de decisão, de dúvida e de recomeço.
Não existe descrição mais honesta do que o relato de uma família que mandou a filha e viu ela voltar.
13, 14 e 15 de novembro de 2026 · Barueri · São Paulo
Grupo limitado para garantir uma experiência próxima e individualizada. Ficou com alguma dúvida sobre o Camp, o perfil ideal ou as condições? Fale com a gente no WhatsApp.
As vagas são limitadas porque acreditamos que a qualidade da experiência está também na proximidade.
Por isso, antes da confirmação, nossa equipe conversa com cada família para entender o momento da atleta e apresentar o Camp com clareza.
Não é apenas uma inscrição. É o primeiro passo de uma experiência pensada para fazer sentido para ela.
Sem compromisso imediato. Sem pressão de matrícula.
Nossa equipe entra em contato em até 24 horas para uma conversa inicial: entender o momento da sua filha, responder suas dúvidas e apresentar o Camp com clareza.
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Três dias ao lado de Fabiana Claudino e Sheilla Castro, bicampeãs olímpicas.
Uma experiência que começa na quadra e vai muito além dela: no convívio, nas conversas e nos pequenos momentos que ficam.
Grandes resultados também são feitos de pessoas, escolhas, disciplina, erros, recomeços e relações.
É isso que a sua filha vive aqui.
13, 14 e 15 de novembro · 2026 · Barueri · São Paulo
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